segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Desabafo, manifestações e analfabetismo

(Renato Cunha)

Toda semana comento algo sobre a profissão de jornalista. Nessa semana, não faltou assunto para eu comentar. É engraçado ver como a mídia de massa trata algumas notícias. As manifestações dos professores no Rio de Janeiro estiveram durante os últimos dias nas manchetes de todos os meios de comunicação.

Seria normal se estivessem mesmo. Mas não estavam. E quando estavam, era demonizando a manifestação. Isso me faz remeter a uma discussão que participei dias atrás, sobre como os meios de comunicação estão formando pessoas analfabetas.

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Leia o texto na íntegra, clicando aqui.





domingo, 20 de outubro de 2013

Criadores saibam como proteger suas obras

(Monique Bermudes)

Já pensou em uma organização que permite o uso de compartilhamento e de conteúdos culturais, como textos, imagens, músicas, filmes, livros e entre outros, através de licenças jurídicas? Pois é, o Creative Commons oferece para o autor um jeito prático de ceder uma autorização, para que pessoas possam usar suas criações, mas sempre sob algumas condições.

Se você for um criador o Creative Commons pode facilitar a sua vida. Ele dá uma versatilidade e auxiliam as pessoas que vão usar a sua criação, tranquilizando-as para que não fique com receio dos direitos autorais, mas tem de obedecer às condições que o autor escolheu.

As condições são bem objetivas. Há seis tipos de licenças, cada uma delas tem uma definição, assim mostrando os seus usos, o que pode ou não ser feito e quais os recursos mais seguros que o criador tem. Por exemplo, todas essas licenças exigem que o criador seja citado, o autor não precisa considerar caso por caso individualmente.

Foi fundado no ano de 2001 por Larry Lessing, Eric Eldred e Hal Abelson, desde então muitos sites, blog e redes sociais usam essas licenças, entre eles estão o site Wikipédia, o portal de compartilhamento Flickr, o blog oficial do Governo de Minas Gerais, livros entre outros.

sábado, 19 de outubro de 2013

A internet que ja ajuda até as donas de casa.

( Ingrid Silva )

Depois dos computadores, notebooks, celulares e os televisores, estão nas lojas os eletrodomésticos com acesso a internet. Cada ano há mais novidades no mercado com tecnologia impensável até então. As geladeiras são um dos exemplos de internet nas coisas.Com ela já se faz lista para compras em supermercados, sugerem novas receitas na web, podem ser controladas a distancia por um smartphone, é possível twitar enquanto você cozinha e avisa quando um produto está acabando. Não é incrível?

É, isso tudo é muito mais real o quanto parece, mas mesmo estando no mercado há algum tempo, poucas pessoas conhecem essa novidade e o seu preço não é tão acessível. Mas é inevitável que como qualquer aparato tecnológico teremos em breve versões mais acessíveis aos consumidores.

Com a invasão da internet nas coisas do nosso cotidiano, a cada dia o sonho da casa inteligente fica mais perto de se tornar realidade. Agora é só aguardar para ver quais serão os próximos objetos tecnológicos que chegarão ao mercado.

domingo, 13 de outubro de 2013

Espionagem ou uma nova maneira de conviver sem privacidade?

(Renata Luvizzotto)

Já pensou você viver como os agentes secretos em filmes, onde utilizam rastreadores para 
monitorar tudo o que os bandidos estão fazendo?
Pois é, nós não temos um chip implantado no corpo, mas estamos conectados 24 horas por dia na internet, o que possibilita identificar exatamente o que fazemos, com quem estamos e onde estamos.

Um exemplo disso são os aplicativos, como o Foursquare que pode ser instalado em Smartphones e que permite realizar check-in, informando sua localização, quem dos seus amigos está próximo e o que estão fazendo naquele momento. E vai mais além disso, as pessoas podem postar um comentário se gostou ou não do atendimento do local, se indica ou não o serviço consumido.

Sim meus amigos, nunca estamos sozinhos, de uma forma ou de outra temos sim um “GPS” conosco, passando informações de tudo que fazemos e colocais que frequentamos. 
Paralelamente a isso as empresas e negócios aproveitam desse recurso para veicular seus anúncios em locais mais propícios ou onde há mais check-in e acessos de um determinado produto de consumo.

Portanto, um banner onde traz uma informação de um produto que você goste e consuma, não é uma simples coincidência e sim a rastreabilidade e geolocalização atuando no mundo dos negócios, realmente vai muito além de uma rede de amigos que compartilham informações.