segunda-feira, 30 de setembro de 2013
O "gigante" acordou e ficou confuso com o Universo Simbólico que o cercava
(Renato Cunha)
As manifestações da metade do ano ocuparam as ruas de todo Brasil, contudo, é precisa por que as pessoas deixaram o espaço simbólico da nuvem, ou seja, as redes sociais, para concentrar as forças no espaço físico.
O que levou as pessoas a se unirem por uma causa que no início foi vista por alguns como banalidade, mas que se mostrou uma luta coletiva, chegando a mostrar de longe que o povo brasileiro poderia fazer uma “revolução”.
![]() |
| Qual rumo as manifestações estavam tomando? Será que era o caminho pensado por quem as começou? |
Mas de que serve uma revolta sem propósito? Enquanto a população tinha uma bandeira para levantar e o que defender “o gigante estava acordado e destruindo as desigualdades”, porém, o capitalismo tem o poder de absorver o movimento e volta-lo a favor de si próprio. Sendo assim, chamando de vândalos, pessoas que estavam no meio dos protestos e assim levando o debate a outro patamar.
O mesmo sentimento de patriotismo que levou as pessoas às ruas também as levou novamente para a nuvem. A imprensa brasileira conseguiu colocar o medo nas pessoas e acabou dissipando os manifestos. “O gigante desmaiou no meio da caminhada”.
Se manifestar fora das Redes Sociais parece uma realidade distante do povo brasileiro, que se contenta em reclamar sobre algumas coisas do conforto da sua residência, sendo assim, mais complicado conter as ondas de corrupção que avassalam há anos o Brasil.
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
Segunda tela já auxilia boa parte dos telespectadores brasileiros
(Letícia Pires)
No Brasil mais de 60 milhões de pessoas utilizam a segunda tela, que é um complemento em tempo real da primeira tela (geralmente a televisão), ao utilizá-la você recebe informações complementares sobre o que esta sendo exibido.
No Brasil mais de 60 milhões de pessoas utilizam a segunda tela, que é um complemento em tempo real da primeira tela (geralmente a televisão), ao utilizá-la você recebe informações complementares sobre o que esta sendo exibido.
Bom exemplo disto, é o app para smartphone da telenovela Malhação: meia hora antes início do programa é apresentado um resumo, e quando o programa começa vários pop-ups aparecem na tela de seu smartphone sobre a cena e um game para saber se você esta ‘ligado’ na novela, além disso o app pode interagir com as redes sociais como twitter e facebook.
E as maravilhas da segunda tela não param por ai, a Disney levou a segunda tela para o cinema com o filme a Pequena Sereia o usuário pode interagir, descobrir curiosidades e ate mesmo jogar durante a exibição do filme.
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Palestras no auditório da USCS voltadas para quem gosta de novas tecnologias
(Renato Cunha)
Leo Gmeiner, jornalista e trabalha em uma agência que cria aplicativos para dispositivos móveis, contou um pouco de sua experiência e também sobre novas perspectivas para o mercado nacional ao que se trata de apps, além disso, fez demonstrações de alguns produtos que estão sendo desenvolvidos juntamente com a empresa e respondeu perguntas da plateia.
A sequência de palestras da última quarta-feira (18), trouxeram duas visões um pouco distintas do mesmo tema central. Ambos os palestrantes falaram sobre tecnologia, enquanto Leo Gmeiner desenvolve produtos tecnológicos, Lucia Reggianni trabalhou com jornalismo na editoria de tecnologia.
Leo Gmeiner, jornalista e trabalha em uma agência que cria aplicativos para dispositivos móveis, contou um pouco de sua experiência e também sobre novas perspectivas para o mercado nacional ao que se trata de apps, além disso, fez demonstrações de alguns produtos que estão sendo desenvolvidos juntamente com a empresa e respondeu perguntas da plateia.
Já a jornalista Lucia Reggianni contou sobre a vasta experiência que tem na profissão e também expôs como a questão tecnologia foi evoluindo com o passar do tempo. A profissional citou a revista INFO por diversas vezes, onde trabalhou durante algum tempo. Após as apresentações, ocorreu outra rodada de perguntas, dessa vez com os dois convidados participando.
As novas tecnologias estão cada vez mais presentes na vida cotidiana das pessoas, não enxerga isso quem não quer. Resta saber como utilizá-la à favor da sociedade para conseguir alcançar sempre a evolução.
domingo, 15 de setembro de 2013
Será que você conseguiria viver sem seus apps?
(Renato Cunha)
Você já imaginou seu mundo sem os aplicativos do seu celular? Pois é, cada vez mais estamos nos tornando escravos da tecnologia que nos cerca. Não acredita? Experimente excluir todos os apps do seu celular e me diga sua utilidade agora?
E exatamente igual a isso acontece com os Widgets, sem eles você não conseguiria fazer seu Personal Computer (PC) desempenhar função alguma. Imagine você desenvolver aquele trabalho escolar sem qualquer editor de texto, ou então fazer uma pesquisa para a mesma tarefa sem poder acessar as informações da web?
Com certeza você sobreviveria a isso, contudo, já estamos tão acostumados com toda essa tecnologia que nos cerca e esquecemos que um dia existiram os Gadgets. Sim, aparelhos que servem apenas para uma coisa. Dá para imaginar? Um vídeo game que serve apenas para jogar, um celular que serve apenas para fazer e receber ligações etc.
Neste conflito de realidade em que vivemos, é preciso parar para pensar o quanto estamos escravos dos novos tempos e colocar na balança o que isso tem de bom e ruim.
Afinal, tecnologia é legal, mas nada substitui a velha interação humana.
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
Interatividade carregada de benefícios e valores
(Renata Luvizotto)
Na década de 30 onde surge a TV até final do século XX a televisão era apenas consumida como um aparelho que recebia um sinal e transmitia informações. Hoje existe uma nova realidade onde a televisão é significado de interatividade, trazendo outros recursos de comunicação em formatos variados como, jornal, revista, rádio, que estão inseridos nas programações.
Na década de 30 onde surge a TV até final do século XX a televisão era apenas consumida como um aparelho que recebia um sinal e transmitia informações. Hoje existe uma nova realidade onde a televisão é significado de interatividade, trazendo outros recursos de comunicação em formatos variados como, jornal, revista, rádio, que estão inseridos nas programações.
Os benefícios trazidos como realização de compras sem sair de casa, promovendo conforto e segurança, ou até mesmo mandar perguntas para programas ao vivo, tem se tornado cada vez mais forte.
Outra característica é a possibilidade armazenamento ou gravação de séries e programas sem perda de conteúdo e por fim também temos a implementação dessa tecnologia na educação.
O SENAC adota este sistema no qual o aluno além de assistir à aula, ainda interage com professores e colegas da mesma turma em tempo real.
Então, temos um dos pontos sociais dentro de tanta tecnologia, a smart TV, um exemplo físico de interatividade, proporciona uma aproximação entre as pessoas, quebrando o estereótipo de que a tecnologia provoca um distanciamento social.
terça-feira, 10 de setembro de 2013
Quem entra em conflito?
18 anos, estudante de Rádio e Tv, adoro música, andar de longboard, viajar, fazer as pessoas rirem. Quero no futuro trabalhar na tv, em um programa voltado a música.
18 anos, estudante de publicidade e propaganda, apaixonada por leitura e fotografia, persistente, gosto de ouvir e expressar opiniões, sonho em morar em outro país para viver uma cultura diferente.
18 anos, estudante de jornalismo. Apaixonada por filmes e séries de tv em geral. Sonho em viajar pelo mundo, para conhecer outras culturas e costumes. Escolhi o jornalismo pois adoro ler, produzir textos e tenho um sonho em ser repórter correspondente.
25 anos, estudante de jornalismo, formada em técnico em Gestão Publicitária, Produção de Moda pelo Senac e com fluência em inglês. Apaixonada por carros e tudo relacionado à eles. Aprecia a leitura e produção de textos.
20 anos, estudante de jornalismo. Atua como aluno-pesquisador da Universidade Municipal de São Caetano do Sul na área de História Oral, além de estagiar na AJO (Agência Experimental de Jornalismo da USCS), estudou História durante 1 ano.
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
As pessoas se esqueceram de que qualquer interação humana é uma rede social?
(Renata Luvizotto e Renato Cunha)
Muito se fala em Redes Sociais no cotidiano, mas pouco refletimos sobre o tema. Qualquer interação entre pessoas, unidos por um objetivo, qualquer que seja ele é considerado uma Rede Social.
Sendo assim, não podemos entender essas redes apenas como sendo produto das tecnologias, mas sim, em algo que sempre foi presente em nossa vida cotidiana. Contudo, no século XXI, essa interação tem sido cada vez mais facilitada por meio das novas tecnologias (celulares, computadores, televisores de última geração e nos aplicativos utilizados na internet).
Contudo, é preciso ter em mente também que as tecnologias presentes nas novas redes sociais sem a intervenção do ser humano seriam absolutamente inúteis. O homem é papel fundamental na relação entre tecnologia e sua utilização de fato, de nada adiantaria ter softwares de última geração sem uma área comum entre os bens tangíveis (celular, rádio, jornal, aplicativos) e intangíveis (sinal de satélite, trabalho humano).
Essas interações entre seres humanos e tecnologias é o que torna a interação na sociedade mais fácil. Porém, não podemos esquecer que somos peça fundamental para o movimento constante da sociedade, e as redes que criamos no velho modo “face to face” são as mais nobres das redes sociais.
Assinar:
Postagens (Atom)






